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Este blog tem como marco referencial a Educação.
O objetivo é ser uma fonte de informação,atualização,dicas,ponto de partida para consultas, reflexões, comentários, colaborações, histórias e causos que giram em torno do ensino, da aprendizagem, de toda a sua dinâmica e de fatos correlatos que influenciam todo este processo de alguma forma.


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domingo, 8 de junho de 2014

10 dicas e 13 motivos para usar celular na aula

 




“Cada país está em um nível diferente no uso das tecnologias móveis em sala de aula. Por isso, é importante que cada um use o guia adaptado às suas necessidades locais”, diz Steve Vosloo, coordenador do projeto. O especialista conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não sabiam por onde começar. A questão do acesso já havia sido mais ou menos resolvida; o problema agora era dar significado a esse uso. Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate."


Saiba mais sobre o assunto acessando:

terça-feira, 13 de maio de 2014

A Educação No Fundo do Poço

Professor, Palestrante e Especialista em Educação Inclusiva Principal contribuidor
 
Custa-me a entender, para não ser prolixo nessas colocações, que já cansam o povo brasileiro, e já faz tanto tempo, o que permite justificar todos os investimentos feitos na educação deste país.
Desde que me entendo por gente, e já está há quase 40 anos, escuto meu pai falar: '' Governo sem vergonha o que temos, que não faz nada pelo povo’’."
 
Veja o artigo na íntegra em:

terça-feira, 6 de maio de 2014

Importância atribuída ao ingresso na educação superior por alunos do ensino médio

By
Mônica Sparta e William B. Gomes

Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre

"O objetivo deste estudo foi investigar a importância atribuída pelos alunos do ensino médio ao ingresso na educação superior. A amostra foi composta por 659 alunos da terceira série do ensino médio de oito escolas públicas (50,1%) e particulares (49,9%) da cidade de Porto Alegre (RS), de ambos os sexos (54,8% de moças e 45,2% de rapazes) e com idades entre 15 e 23 anos (M=16,8; DP=0,85). Os resultados indicaram que 86,2 % dos jovens pretendem prestar vestibular depois da conclusão do ensino médio. Não foram encontradas diferenças significativas entre sexos, mas foram encontradas diferenças significativas entre tipos de escola (pública e particular) e nível de escolaridade parental (fundamental, médio e superior). Os resultados confirmam a educação superior como uma alternativa praticamente isolada para os alunos que chegam ao final do ensino médio."

Leia o estudo completo acessando:

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Os formatos e as metodologias do futuro

"

Como serão as aulas do futuro? Semi presenciais? Síncronas? Online? Socráticas? Com o uso de simuladores? Haverá um pouco de tudo. Mas o mais importante é que o formato do conteúdo e a sua metodologia pedagógica serão adaptados às preferências de aprendizado de cada aluno.
Algumas escolas mais modernas já começam a estabelecer grupos de discussão para debater sobre como deverá ocorrer a troca de conhecimento entre professores e alunos com a adoção das novas tecnologias educativas que invadirão nossos lares e escolas nos próximos anos. Que conteúdo será lecionado em que formato? Para quais tipos de matéria vale a pena usar um tablet? Quais matérias serão mais bem compreendidas se aprendidas através de um videogame? Isso tudo estará na mesa do educador consciente."(Newton Campos)

Leia o artigo na íntegra em:

Fonte da imagem: promoview.com.br


terça-feira, 29 de abril de 2014

A primeira escolinha dos filhos: dúvidas e expectativas

            "Ter um filho leva os pais a pensarem desde muito cedo sobre a educação que irão dar a ele, já que a escolarização pode refletir no que seu filho vai ser quando crescer, ideia que gera muita expectativa e, até mesmo, angústia nos pais.
           Dúvidas surgem na escolha do local, do valor a ser investido, da proposta pedagógica e, até mesmo, em relação à idade em que seu filho deve entrar na escola. Essa escolha varia muito de acordo com o ritmo e com os valores de cada família, para que possa estar de acordo com eles, porém, há algumas informações que podem ajudar os pais a se situarem diante destas decisões." (Carol Torres)

Leia mais sobre o assunto em:
https://br.financas.yahoo.com/noticias/primeira-escolinha-dos-filhos-d-vidas-e-expectativas-142900785.html

Fonte da imagem:
http://jessicapedagoga2011.blogspot.com.br/2013/04/aula-11-04-rcnei-referencial-curricular.html

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Momento do Diagnóstico de Deficiência: sentimentos e modificações na vida dos pais

"O presente estudo foi descritivo de abordagem qualitativa, tendo como instrumento de coleta de dados a entrevista semi- estruturada, realizada com oito (n=8) pais de crianças com deficiências atendidas na estimulação essencial. Os resultados obtidos mostraram que a descoberta da deficiência já é por si impactante, porém nos casos em que os profissionais notificaram de maneira ríspida, causaram sentimento de revolta nos pais, dificultando ainda mais esse momento. A responsabilidade da comunicação recaiu em sua maioria sobre os médicos (n=7) apontando para a necessidade de melhor preparo destes profissionais para realizar adequadamente esta comunicação. As redes de apoio tanto familiar como de profissionais, mostraram-se fundamentais no processo posterior de aceitação da criança e metade da amostra (n=4) disseram que encontraram um novo sentido e significado em suas vidas." (Maria Lúcia Floriani Bogo, Zenilda Vitalina de Santana Cagnini e Marisa Raduenz)

Leia mais em:


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Quadro interativo na sala de aula... Sim, e depois?!

"By José Paulo SantosTeacher | ICT Trainer | Project Manager | Teaching and Learning Consultant at Promethean on Jan 18, 2007

Apresentação de slides realizada no Seminário intitulado "AS TIC COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM", na Lousã (Coimbra - Portugal), durante a III Semana da Ciência e da Tecnologia, no dia 15 de Janeiro 2007."

Veja a apresentação de slides acessando:



segunda-feira, 7 de abril de 2014

Uma educação positiva

"O século 19, foi um período de intensos debates em torno da organização de um sistema público de ensino, sobretudo na Europa, com repercussões no cenário brasileiro. A educação fora considerada como instrumento estratégico de modernização para enfrentar o que se apontava como sendo "as forças conservadoras", ditas como entraves para o encaminhamento de um projeto de tal natureza. Tendo como eixo a ordenação de um poder nacional de exaltação dos ideais de progresso, não renunciava às liberdades. Neste contexto, caberia à educação a tarefa de auxiliar na formação dos hábitos, das mentes, do caráter, dos padrões morais e intelectuais." ( Roberto Guimarães Boclin)

Leia o texto na íntegra em:

Agressividade infantil

Como lidar com a agressividade infantil

 

Mônica Brandão 

"De repente, seu bebê fofo e rosado, que até então só inspirava doces emoções, contorce o rosto, grita irritado e... crava as unhas em seu braço!
Tudo isso só porque você o tirou de perto da escada ou não o deixou pegar algo. Não importa a razão, a primeira vez que tomamos contato com a raiva do filho pode ser assustador. Ficamos angustiados: como um bebê já pode ser tão agressivo? Será que sua educação está errada? Ele será uma criança má? Ainda tem saída? Conversamos com especialistas para saber a resposta dessas e outras perguntas que passam pela cabeça (e o coração) dos pais nessas situações."

 Aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto acessando:

Fonte da imagem:
 

 

segunda-feira, 31 de março de 2014

A Importância da Afetividade na Aprendizagem Escolar

A Importância da Afetividade na Aprendizagem Escolar: O Afeto na Relação Aluno-Professor

"Na busca de saber a importância do afeto na relação entre aluno-professor, descobriu-se que a afetividade já foi bastante estudada e considerada como  um dos fatores a ser desenvolvido nessa relação, pois é através das interações sociais que se constrói a aprendizagem. O professor pode ter uma postura de facilitador, estimulando o processo de aprendizagem ou bloquear o desenvolvimento desse sujeito em construção. Os sentimentos são um dos elementos que constituem o ser humano, de forma que não podem ser negligenciados e sim desenvolvidos, pois fazem parte de suas habilidades e competências altamente valorizadas na atualidade. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ( Brasil,  1997), consta que uma educação de qualidade deve desenvolver as capacidades interrelacionais, cognitivas, afetivas, éticas e estéticas, visando a construção do cidadão em todos os seus direitos e deveres. Verificou-se a necessidade de desenvolvimento de projetos escolares que contemple o trabalho das emoções."

Leia mais sobre o assunto acessando:

http://psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/a-importancia-da-afetividade-na-aprendizagem-escolar-o-afeto-na-relacao-aluno-professor

quarta-feira, 26 de março de 2014

Criar padrões para o ensino

"Criar padrões para o ensino é a única maneira de garantir igualdade'. Michael Cohen, presidente da organização que criou os padrões curriculares americanos, afirma que maioria dos Estados adotou padrões após incentivos financeiros.
Há três anos os Estados Unidos colocaram em prática uma revolução no ensino básico. Após receberem incentivos financeiros do governo do presidente Barack Obama, quase todos os Estados do país implementaram uma reforma das suas bases curriculares, o que padronizou o ensino no país. Hoje crianças, pais e professores sabem exatamente o que se espera deles em 46 unidades federativas do país - a exceção fica por conta de cinco Estados que não aderiram à padronização: Alaska, Minnesota, Virginia, Texas e Nebraska. "

Leia mais sobre o assunto e deixe seu comentário acessando:
http://www.estadao.com.br/noticias/vida,criar-padroes-para-o-ensino-e-a-unica-maneira-de-garantir-igualdade,1137895,0.htm


quinta-feira, 13 de março de 2014

Quando o elogio atrapalha a educação dos filhos

"... Estamos vivendo numa época que supervaloriza o elogio. Os castigos que faziam parte da rotina na educação dos meus pais; a disciplina da época quando eu era criança... tudo isso desapareceu do vocabulário dos pais e educadores de hoje. Lembro de expressões tipo "varinha de goiabeira", "surra de cinta" -- ainda bem que as coisas não funcionam mais assim, claro! Mas tenho a impressão de que a minha geração, talvez influenciada pelos achados da "psicologia moderna", migrou para o extremo oposto."

Leia mais sobre o assunto em:

Temas Científicos Contemporâneos no Ensino de Biologia e Física

"Você é professor(a) de Física, está em sala e, antes mesmo de começar sua aula, um estudante aproxima-se com a seguinte pergunta: Professor(a), você viu no jornal que Plutão deixou de ser planeta? Caso você seja professor(a) de Biologia provavelmente já deve ter sido questionado algum dia sobre a possibilidade de clonagem de seres humanos ou as maravilhas das célulastronco. Na maioria das vezes, essas perguntas nos pegam de surpresa pelo fato de não termos contemplado em nosso planejamento de curso esses assuntos. Tais questionamentos têm feito, a nós professores de ciências, de uma forma geral, refletirmos sobre os temas que selecionamos para ensinar em nossas aulas. Além disso, por trás da discussão sobre a seleção dos conteúdos temos um debate mais amplo que nos remete à relevância social, cultural e política do ensino de ciências que nos faz avaliar o porquê de termos presentes determinados conhecimentos em sala de aula." ( Tatiana Galieta Nascimento, Marco A. S. Alvetti )

Veja este e outros assuntos relacionados em:
http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=rcen&cod=_temascientificoscontempo

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA

"Este trabalho apresenta resultados parciais de um a pesquisa que vem sendo desenvolvida há 05 anos no Curso de Licenciatura em Matemática – Programa Especial de Formação de Professores para a Educação Básica (PEF PEB), nos Municípios de Rio Branco e Senador Guiomard, pela Universidade Federal do Acre.
Nesse Programa, trabalhou-se com a disciplina Oficina de Matemática e verificou-se a necessidade de criação de novas metodologias de ensino para a matemática, no intuito de despertar nos professores e alunos dos níveis de ensino fundamental e médio, o raciocínio lógico, a criatividade e o interesse pela disciplina, de forma dinâmica e participativa."

Simone Maria Chalub Bandeira Bezerra
Salete Maria Chalub Bandeira
 
Veja o trabalho na íntegra em:

Perspectivas de novas metodologias no Ensino de Química

"Este trabalho discute a problemática relacionada ao processo ensino/aprendizagem da disciplina de Química. Observamos que a metodologia utilizada pelo professor de Química do Ensino Médio está em desacordo com as novas tendências pedagógicas. Ainda se desenvolve uma metodologia de memorização e que, muito pouco, relaciona a Química com o cotidiano do aluno. O professor parece não saber estimular e incentivar o aluno a estudar Química, identificando e buscando informações relevantes para o seu aprendizado. Apesar desse ensino tradicional ainda perdurar, novas concepções metodológicas estão trazendo outros olhares sobre o ensino de Química. Isso fez nascer uma nova área de pesquisa: didática da química. Iniciativas até internacionais, como a celebração do Ano Internacional da Química, mostram que esta ciência é indispensável para a compreensão do universo. A partir dessa visão, as novas concepções metodológicas que surgem apontam para um ensino de Química que promete fornecer aos estudantes os mecanismos que lhes possibilite ter outra dimensão dessa ciência." 
José Ossian Gadelha de Lima


Leia o trabalho acessando:

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Os distúrbios de aprendizagem e os distúrbios específicos de leitura e da escrita

 "Um número muito elevado de crianças tem sido apontado como apresentando dificuldades no processo de aprendizagem, principalmente da língua escrita (ZORZI, 2000). Porém, esta situação não se restringe à realidade brasileira, apresentando-se como um grande problema para os educadores de todo o mundo. Mesmo em países mais desenvolvidos, como é o caso dos Estados Unidos, estima-se que, no mínimo, 20 a 30% dos jovens estudantes têm dificuldades acima da média para tal aprendizagem (LYON, 1999)."

Leia o trabalho de Jaime Luiz Zorzi (CEFAC) acessando:



Fonte da imagem:

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Escolarização dos alunos com transtornos funcionais específicos

 By Vicente Martins
Professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA),em Sobral, Estado do Ceará. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC, 1996). Atua, principalmente, nos seguintes temas: dislexia e suas disfunções correlatas (disgrafia e disortografia), lingüística, língua portuguesa, formação de professores, políticas educacionais, educação especial, legislação educacional.


"O que devemos entender por leitura ou alfabetização em leitura? Afinal, o que é dislexia? Devemos entender a alfabetização em leitura como uma habilidade adquirida (portanto não é inata) pela criança, em idade escolar, de decifrar signos gráficos (letras, diacríticos, sinais de pontuação, números etc.) que traduzem a linguagem oral. A alfabetização em leitura é a primeira fase de acesso ao código ao léxico. Nos anos 80, fala-se, no campo pedagógico, em letramento como um conjunto de práticas que denotam a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito. Para as crianças que não tendo desenvolvido a habilidade de decodificar textos escritos, podem ser letradas no sentido da fazer uso social dos textos escritos (anúncios, panfletos etc )."

Leia o trabalho completo em:
http://www.profala.com/arteducesp158.pdf


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: AS NOVAS ABORDAGENS DE ENSINO E AS FUNÇÕES DA ESCOLA E DO PROFESSOR

"As técnicas, produzidas e contextualizadas cultural e socialmente,
foram evoluindo em ritmo acelerado levando à criação e transformação de um
conjunto de especialidades. A esse processo de produção e aperfeiçoamento
das técnicas podemos denominar de tecnologia. No momento atual Lévy
(1999, p. 28) a conceitua como atividade multiforme de grupos humanos,
um devir coletivo, complexo, que se cristaliza sobretudo em volta de
objetos materiais, de programas de computador e de dispositivos de
comunicação." 
(Tereza Simone Santos de Carvalho - Universidade Federal de Sergipe

Veja o artigo na íntegra em:

METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS COMO PRODUÇÃO SOCIAL

"Afinal, no que consiste Metodologia do Ensino ? Aqui estão localizadas as
dúvidas sobre a identidade entre metodologia ou método: seriam sinônimos; ou
metodologia seria um conjunto de métodos; ou metodologia seria a área de
conhecimento que estuda os métodos. Ou, ainda, dever-se-ia considerar a
possibilidade de metodologia do ensino ser algo diferente disso tudo ? Além disso,
ao se considerar a metodologia do ensino como produção social, estar-se-ia
desconsiderando as instâncias acadêmicas onde usualmente é teoricamente
constituída?
Uma ou mais dessas questões teriam resposta diferente se considerássemos
o contexto particular do ensino de Ciências ?"
(Ivan Amorosino do Amaral)

Veja o trabalho completo do  autor acessando:


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Educando Crianças Indigo e Cristal

"Educar uma criança Indigo ou Cristal é um previlégio especial nestes tempos de turbulência e mudança. Como um pai ou mãe, tu estás a contribuir para a fundação de novos padrões de educação de crianças no planeta. Estás a emparceirar com a tua criança para elevar a ressonância da relação entre pais/criança para o mais alto nível possível nestes tempos." (Celia Fenn)


Leia o artigo na íntegra em:


Fonte da imagem: